Em um mundo maluco onde alguns esperançados tentavam educar as pessoas, certo dia uma criança atirou guardanapos usados durante seu lanche em outra criança. Essa última relatou o problema à professora a quem todos insistentemente chamavam de tia, não obstante a ausência de parentesco. A professora chamou o pequeno atirador de guardanapos e explicou onde eles deveriam ser depositados, posto serem lixo, que não era certo agir assim com os outros, que lixo normalmente é algo sujo (sim, nem todo mesmo. Muito se pode reciclar) e terminou indagando a criança se ela gostaria de ser tratada como lixo obtendo logicamente um não como resposta. Tudo resolvido não fosse, além da extrema falta de amor no mundo, a falta de compreensão de texto. A mãe da criança com a qual ocorreu a conversa, logo após ouvir o relato em casa, pois crianças adoram mesmo contar o que aprenderam no dia escolar, compareceu no outro dia a escola pedindo a cabeça da professora (observe a falta de amor) por ter comparado seu filho ao lixo.

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